quarta-feira, 25 de março de 2015

A Diferença Entre o Ocultismo e o Misticismo


Em Resumo

Ambas as práticas envolvem a suposta capacidade da mente humana alcançar e experimentar o que está além dos nossos sentidos regularmente experientes. O misticismo muitas vezes existe dentro do contexto da organização da religião estabelecida, enquanto a mesma religião condena o ocultismo. O ocultismo é uma experiência de conflito pela qual a pessoa que pratica tenta controlar algo ou aprender algo que não devem saber, enquanto aqueles que praticam o misticismo estão esforçam-se para existir em harmonia e paz com o mundo maior.

A História Completa

Num relance, tanto o ocultismo como o misticismo parecem ser muito semelhantes, ambos envolvem lidar com as coisas que muitas pessoas dizem que é melhor mantermo-nos longe delas. Mesmo isso sendo verdade, existem algumas diferenças que aqueles que praticam e aqueles que estudam irão testar.

Em primeiro lugar, as semelhanças. Ambas as escolas de pensamento são antigas e ambas lidam com o contato e alguma interação com as coisas que estão além da nossa percepção quotidiana. É a conexão com as coisas que as pessoas comum não podem ver, ouvir ou tocar, coisas que muitas dessas pessoas comuns nem sequer acreditam.
As diferenças são muito mais significativas.

O primeiro é o sentimento geral de que vem de cada prática respetiva. Aqueles que praticam diferentes artes dO misticismo, relatam que uma das características definidoras é a sensação de estar conetado: saber que estão em contato mas não conseguem ver, de serem aceites e serem uma parte de algo maior do que eles mesmos. Eles estão num estado de sonho, são um com o bem maior e é um ambiente agradável e uma sensação abrangente.

Enquanto trabalhar em união com o mundo desconhecido faz parte do misticismo, o controlo é uma parte do ocultismo. Aqueles que praticam o ocultismo fazem-no com o objetivo de controlar ou influenciar artificialmente parte do seu entorno e mudar as circunstâncias em que existem. O ocultismo é equiparado a diferentes tipos de mágica, quando se trata da definição religiosa é pelo uso de palavras, gestos, símbolos e encantamentos para manipular forças invisíveis que só são conhecidos pelos praticantes da arte.

O misticismo pode existir ao lado (e muitas vezes é uma grande parte de tradições religiosas). Em que émuitas vezes visto como a consciência de uma pessoa de outras coisas existentes ao nosso lado, do lado de fora do alcance dos nossos sentidos tradicionais e não há mais espaço suficiente dentro de religiões como o budismo, o judaísmo e o cristianismo para a experiência de eventos místicos e sensações.

O ocultismo, por outro lado, existe até agora fora da religião dominante em que eles não podem sequer ver-se uns aos outros. Mesmo já na antiga Babilónia, ficou claro que a prática de magia ocultista escura não devia ser tolerada, havia castigos e provações enunciadas para os culpados, mesmo no Código de Hamurabi. A Bíblia era cheia de advertências para ficar longe do mal da magia e do ocultismo, empurrando a sua prática para a escuridão e conduzir à criminalização da arte. A teologia católica diz que o ocultismo é contra a religião, uma vez que tenta adquirir o conhecimento de uma forma que não seja através de Deus e a fonte aceite por tudo humanidade deve ser espiritualmente precisa.

Em termos gerais, há também dois tipos diferentes de experiências místicas, a de dentro e a para os exteriores. A experiência de fora é dita permitir que o praticante veja como todos os elementos do mundo estão unidos para unificar forças que os outros não podem ver ou experienciar. E a versão para dentro do misticismo é, como o próprio nome sugere, a capacidade de olhar para dentro de si mesmo para conseguir uma sensação de completa paz, que muitas vezes falta nas contas do ocultismo.

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