sexta-feira, 16 de setembro de 2016

8 Crimes Cometidos Por "Vampiros da Vida Real"

1- A Condessa Elizabeth Báthory


Uma das primeiras pessoas a adotar a histórias dos vampiros em sua defesa foi a Condessa Elizabeth Báthory, membro da família real húngara, cuja crueldade para com as suas funcionárias incluía encharcá-las em água e deixá-las congelar até à morte, na rua no inverno. Em 1609, após o assassinato de uma jovem nobre, que Báthory encenou como sendo um suicídio, foi responsabilizada pelos seus crimes.

Embora seja difícil separar os fatos da fição, no caso de Báthory, a lenda sugere que ela matou mais de 650 mulheres e banhou-se no seu sangue (que ela acreditava ter poderes restauradores). Báthory e 4 dos seus funcionários acabaram por ser acusados de 80 assassinatos, embora a condessa morresse enquanto estava sob prisão domiciliar antes mesmo de ser levada a julgamento.

2- Fritz Haarmann



Também conhecido como "O Vampiro de Hanover," Fritz Haarmann foi um dos primeiros assassinos em série do mundo. E um dos mais prolíficos. Entre 1918 e 1924, matou pelo menos duas dúzias de pessoas, muitas das quais matou ao morder os seus pescoços. A 19 de dezembro de 1924, Haarmann foi condenado à morte na guilhotina pelos seus crimes; e foi decapitado a 15 de Abril de 1925. Assim que os cientistas conseguiram estudar o cérebro de Haarmann, a sua cabeça foi preservada num frasco. É mantida numa escola de medicina em Göttingen, Alemanha

3- Richard Chase



Um fascínio com o sangue levou a um horrível mês de uma onda de assassinatos que transformou Richard Chase em "O Vampiro do Sacramento." Entre 1977 e 1978, Chase assassinou, estripou e bebeu o sangue de 6 pessoas, com idades entre 22 meses e 36 anos. Escolhia e perseguia as suas vítimas ao acaso, mas apenas entrava nas casas em que a porta estava aberta. "Se a porta estivesse trancada isso significava que não era bem-vindo", afirmou em tribunal. Chase foi condenado à morte depois de ter sido considerado culpado de todas as 6 acusações de assassinato em primeiro grau, mas tirou a própria vida com uma overdose de antidepressivos em Dezembro de 1979.

4- James P. Riva



James P. Riva tinha apenas 23 anos quando matou a sua avó, que andava de cadeira de rodas, em Marshfield, Massachusetts, em 1980, esfaqueando-a várias vezes e atirando-lhe 4 vezes no coração, com balas que havia pintado de ouro. Para encobrir o crime, incendiou a sua casa. Quando questionado, Riva afirmou que era um vampiro de 700 anos que matou a sua avó, para beber o sangue dela. Mais tarde, mudou a sua história, dizendo que tinha agido em legítima defesa; Riva acreditava que a sua avó era um vampiro e que estava a usar um picador de gelo para drenar o seu sangue durante a noite. Em 1981, Riva foi condenado à prisão perpétua por assassinato em segundo grau e por incêndio culposo.

5- Roderick Ferrell



Em 1996, Roderick Ferrell, o líder adolescente de um clã de vampiros, trouxe alguns dos seus seguidores de Murray, Kentucky para Eustis, Flórida, para assassinar os pais da sua namorada, Heather, de modo que ela pudesse ser iniciada no seu clã. Depois de bater no pai de Heather com um pé de cabra, Ferrell e um amigo utilizaram cigarros para queimar um "V" no seu peito. Após a sua detenção, Ferrell disse à polícia que nunca seria capaz de derrotá-lo porque ele era um vampiro de 500 anos de idade, chamado Vesago. Ele não era. Ferrell tornou-se o prisioneiro mais jovem do país no corredor da morte em 1998, embora a sua sentença fosse comutada para prisão perpétua sem condicional.

6- Caius Domício Veiovis



Se está a perguntar-se o que os vampiros da "vida real" pensam de Crepúsculo, Caius Veiovis Domício tem uma opinião muito firme. "A cultura pop inspira-me a vomitar sangue quente", escreveu Veiovis numa carta ao jornal de Massachusetts, em 2011. Veiovis, que foi a julgamento no início de 2014 pelo rapto e assassinato de 3 homens em Massachusetts e foi condenado por acusações de agressão agravada em Maine sobre o consumo ritualístico de anos de sangue de uma adolescente, tem uma língua bifurcada, dentes afiados, chifres implantados e os números "666" tatuados na testa. "Nunca vi esse filme idiota", continuou ele, "nem li os livros, nem perco o meu tempo com disparates inúteis."

7- Allan Menzies



Allan Menzies estava obcecado com um filme de vampiros que lhe tinha sido emprestado pelo seu melhor amigo, Thomas McKendrick. Lia-o até 3 vezes por dia e começou a acreditar que o personagem principal, Akasha, era real e queria que ele matasse alguém para que ele também se pudesse tornar um vampiro. "Sabia que tinha que matar alguém", disse Menzies no seu julgamento. Deidiu matar o seu amigo McKendrick depois dele insultar Akasha, levando Menzies a esfaqueá-lo 42 vezes, bater-lhe com um martelo, beber o seu sangue e consumir parte do seu cérebro. Menzies morreu na prisão devido a um aparente suicídio, pouco mais de um ano depois de ter sido condenado à prisão perpétua.

8- Josephine Smith 



Um restaurante Hooters fechado pode não ser o primeiro lugar em que se pensa como um covil de vampiros, mas foi onde Josephine Smith, de 22 anos de idade, atacou um homem sem-abrigo, de 69 anos de idade, em 2011, enquanto ele dormia em St. Petersburg, Flórida. Smith teria dito so homem "eu sou um vampiro e vou comer-te", antes de arrancar-lhe pedaços da sua face, lábios e braço. A vítima conseguiu escapar e chamar a polícia, que encontrou Smith coberta de sangue na cena do crime sem se lembrar do incidente.

Sem comentários:

Enviar um comentário