quarta-feira, 16 de novembro de 2016

10 Fatos Verdadeiramente Estranhos Que Envolvem a Morte da Princesa Diana

De todas as teorias da conspiração das últimas décadas, as que cercam a morte da antiga Princesa Diana são algumas das mais faladas. Embora não tenha sido provado a qualquer nível significativo que a sua morte foi algo além de um acidente trágico, há vários aspetos intrigantes de todo o caso que não podem ser simplesmente ignorados. Talvez seja importante lembrar que o júri do inquérito oficial sobre a morte de Diana descobriu que ela e Dodi Fayed foram mortos ilegalmente e não vítimas de morte acidental, como muitos dos meios relataram na época.

10- A Troca dos Carros no Último Momento


Apesar de terem usado um Mercedes durante todo o dia das suas mortes em Paris, quando Diana e Dodi deixaram o Ritz Hotel, pouco depois da meia-noite, na manhã de 31 de agosto de 1997, um Mercedes diferente foi enviado para buscá-los. Não só o carro havia sido trocado no último momento, como também não havia nenhum carro de apoio presente como tinha havido ao longo do dia e era prática padrão em tais viagens de segurança.

Havia também a controvérsia a respeito dos cintos de segurança. Todos os que conheciam Diana a descreveram como alguém que usava sempre o cinto de segurança e achavam difícil de acreditar que ela não o usara. No entanto, o agente de segurança do veículo, Trevor Rees-Jones, foi encontrado com o cinto de segurança; algo incomum num oficial de segurança num trabalho de alto perfil, uma vez que prática padrão era que não usassem o cinto de segurança de modo a não restringir os seus movimentos.

9- Não Há Imagens


Em vez de percorrer o caminho mais rápido para o apartamento de Dodi no centro de Paris, o motorista, Henri Paul, optou por percorrer um caminho diferente, que não só levaria mais tempo, como também os levaria ao longo do rio Sena e do túnel Pont d'Alma, onde ocorreu o trágico acidente.

A razão para esse acontecimento foi evitar os paparazzi, que tinha seguido o par durante todo o dia. Isso parece razoável, mas dado que essa mudança de rota foi feita no impulso do momento, muitas pessoas acharam suspeito que todas as 17 câmeras CCTV ao longo da rota tenham sido desligadas ou não funcionassem de todo. Consequentemente, nenhuma imagem da jornada fatídica foi capturada; o que teria sido inestimável para determinar o que aconteceu naquela noite.

8- O Mistério Sobre Quem Era Henri Paul


O motorista Henri Paul foi muito culpado pelo acidente, principalmente devido a acusações de que estava intoxicado enquanto conduzia. No entanto, durante o "Inquérito Diana", como foi rotulado pela mídia britânica, um médico perito, após ter sérias dúvidas sobre os exames de sangue que foram realizados para estabelecer que Paul estava bêbado, encontrou mais de 50 erros básicos na sua autopsia.

Paul supostamente trabalhou para a inteligência francesa e britânica e o mistério em torno dele aprofundou-se. Vários grandes pagamentos foram feitos na sua conta nos meses que antecederam aquela noite em Paris. Nenhum desses pagamentos foi investigado pelo inquérito, algo que levou muitos a acreditar que havia uma espécie de encobrimento.

7- A Chamada Telefónica Ameaçadora Sobre a Proibição das Minas Terrestres 


No controverso documentário, Simone Simmonds, um amigo de longa data e associado de Diana, falou de uma ocasião em que estava com ela e ela recebeu um telefonema de um "funcionário do governo" a respeito da sua campanha em curso para a proibição das minas terrestres. De acordo com Simmonds, quando Diana lhe passou o telefone para que ele pudesse ouvir o que estava a ser dito, ouviu um cavalheiro dizer: "Não se intrometa em coisas sobre as quais não sabe nada porque acidentes podem acontecer." Simmonds contou esta versão dos acontecimentos durante o inquérito sobre a morte de Diana.

Diana levou isso como uma ameaça genuína e temia que a Inteligência Britânica estivesse a ouvir os seus telefonemas. Aliás, foi revelado anos após a sua morte que agências como a NSA tinham milhares de transcrições dos seus telefonemas durante esse tempo. Por razões de segurança, recusaram-se a partilhá-las.

6- As Cartas Que Previram a Sua Morte


Nos meses que antecederam a sua morte, Diana enviou cartas a dois amigos íntimos, o seu mordomo Paul Burrell e o seu advogado Lord Mitchum. Nelas, declarou muito claramente que a família real e o seu marido estavam a "planear a sua morte" e que seria "um acidente de carro."

Burrell publicou a sua carta na imprensa para que todos pudessem ver e Lord Mitchum entregou a carta ao chefe da polícia da época, Lord Condon. Condon reteve a carta do conhecimento público, assim como o seu sucessor, Lord Stevens, durante vários anos, apesar de ser ilegal reter provas em investigações. Apesar disso, nenhuma ação foi tomada contra qualquer ex-chefe da polícia, o que contribuiu para levantar uma sobrancelha ou duas.

5- Diana Permaneceu no Túnel Durante 81 Minutos


Diana não foi removida do veículo parado durante quase 37 minutos após o acidente, apesar de haver pouco ou nenhum dano no seu lado do carro. Foi um total de 81 minutos antes da ambulância fazer o seu caminho para fora do túnel e para o hospital.

Apesar das sérias perguntas sobre a sua conduta na cena do acidente, Dr. Jean-Marc Martino não apareceu no inquérito oficial sobre a morte de Diana e Dodi. Não só esta decisão foi recebida com suspeita, como Dr. Martino não abordou nenhuma das acusações de negligência daqueles que sentem que as suas ações naquela noite estavam longe de ser adequadas. Especialistas médicos que testemunharam em tribunal afirmaram que se Diana tivesse sido retirada da cena mais rápido, poderia ter sobrevivido.

4- A Velocidade da Ambulância Foi Questionada


Quando a ambulância finalmente deixou a cena do acidente e percorreu o caminho para o hospital, viajou num ritmo pedestre de 19 quilómetros por hora. Isso também foi questionado pelos pesquisadores e especialistas em serviços médicos e de emergência.

A razão dada para a lentidão foi que a ambulância tinha equipamentos médicos de alta tecnologia a bordo. Era essencialmente uma sala de teatro móvel para permitir que a equipa de emergência começasse o tratamento, logo que o paciente estivesse dentro da ambulância. Viajar a alta velocidade teria colocado esse trabalho delicado em perigo.

3- O Infame Fiat Uno Branco


Para alguns, o mistério do Fiat Uno branco foi a "arma fumegante" de toda a noite. A sua presença foi negada no início, mas havia marcações de tinta sobre os restos do Mercedes e peças partidas das luzes traseiras de vidro vermelho correspondente a um Fiat Uno foram recuperadas à entrada do túnel.

Parecia ter havido uma colisão entre o Mercedes que transpotava Diana e Dodi e o Fiat Uno branco, o que resultou em Henri Paul perder o controle do carro. Algumas pessoas, entretanto, questionaram se o Fiat Uno estava lá com a finalidade de facilitar o ruído elétrico. As suspeitas cresceram mais quando o carro nunca foi oficialmente localizado apesar de uma pesquisa nacional. Parecia ter desaparecido do mapa.

Os teóricos da conspiração apontaram para a morte do ex-agente MI6, James Andanson, que, oficialmente pelo menos, cometeu suicídio vários anos após a morte de Diana. Andanson possuía um Fiat Uno branco que tinha sido oficialmente descartado como o envolvido no acidente devido a estar muito degradado.

2- O Flash de Luz Visto na Entrada do Túnel


Muitas testemunhas falaram com os investigadores e os meios de comunicação sobre um flash de luz brilhante que viram à entrada do túnel nos segundos imediatos antes do Mercedes bater no pilar 13. Muitos questionaram se esse flash de luz tinha sido intencional, talvez para cegar temporariamente Henri Paul para que ele perdesse o controle.

Por mais improvável que isso fosse, quando o ex-funcionário do serviço secreto britânico, Richard Tomlinson, revelou planos que alegava terem vindo de dentro da inteligência britânica para assassinar um político sérvio, o método e o resultado eram exatamente os mesmos que o destino que aguardava Diana. O plano falava em usar um brilho ofuscante de luz para cegar o motorista do carro ao entrar num túnel, garantindo um acidente fatal. Coincidência?

1- O Túnel Estava Limpo e Aberto Horas Depois


O acidente aconteceu pouco depois da meia-noite, na hora local, mas mal a luz do dia se tinha anunciado sobre Paris várias horas mais tarde, já o túnel estava completamente limpo, purificado e reaberto ao público como se nada tivesse acontecido.

Os investigadores insistiram que tinham recuperado tudo o que precisavam da cena, então não havia necessidade de manter a área fechada. No entanto, muitos criticaram a reabertura (e possível comprometimento) de uma cena de acidente tão cedo, particularmente quando nenhuma investigação real tinha ainda ocorrido.

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