quinta-feira, 24 de novembro de 2016

10 Teorias de Académicos Respeitados Sobre o Apocalipse Zombie

Graças a Deus pela ciência. As maiores mentes do nosso mundo estão a trabalhar juntas para resolver os maiores problemas que atormentam a humanidade. Há pessoas a trabalhar para responder a grandes perguntas, como: Como é que o mundo começou? Como é que podemos superar a doença?

Mas, o mais importante de tudo: O que acontecerá quando finalmente formos atingidos pelo apocalipse zombie?

10- Dra. Andreansky Tem a Certeza de Que Conseguiria Criar o Vírus da Raiva


Uma virologista da Universidade de Miama, Samita Andreansky, sentou-se com a National Geographic para discutir o conjunto da sua obra. Os seus estudos, afirmou, levaram-na a algumas conclusões importantes que o mundo precisa de saber.

Em primeiro lugar, acredita que está cientificamente comprovado que a ideia dos 28 dias do vírus da raiva estar no ar é o cenário de apocalipse zombie mais provável. Em segundo lugar, tem a certeza de que conseguiria fazer isso acontecer. Dra. Andreansky acredita que é teoricamente possível manipular geneticamente um híbrido com raiva, gripe e Ébola, que tornaria o vírus da raiva uma realidade. A raiva faria com que agissem como zombies, a gripe torná-lo-ias aéreos e o Ébola agiria apenas como um cosmético para que os zombies sangrassem.

9- Wade Davis Afirmou Que Poderia Criar Zombies Haitianos


O etnobotanista que estudou em Harvard, Wade Davis, viajou por todo o Haiti a estudar o seu folclore de zombies e afirma que saberia como fazer um.

Davis foi para 4 lugares separados do Haiti e convenceu os homens Hoodoo a ensinarem-lhe a fórmula mágica para fazer zombies. Escreveu tudo e localizou um ingrediente comum que acha que é a chave. Cada pó de zombie usa um baiacu que contém tetrodotoxins, a droga alucinógena com que Davis reivindica poder criar um estado de zombie.

Davis recriou o pó de zombie num laboratório e insiste que poderia transformar qualquer um num animal sem mente. Também afirma que os zombies têm existido há mais tempo do que o Haiti. Antes de levarem a fórmula para o Haiti, Davis diz que os feiticeiros injetavam criminosos com pó de zombie como sentença de morte e que os zombies percorriam as terras selvagens de África.

8- Zora Neale Hurston Insiste Que os Zombies São Reais


Zora Neal Hurston é uma das figuras mais comemoradas do renascimento de Harlem e uma das maiores autoras americanas. Também é uma firme crente em zombies. Hurston afirmou: "Sei que existem zombies no Haiti. As pessoas foram chamadas de volta dos mortos."

Começou quando Hurston foi contratada para estudar arte popular e foi enviada para o Haiti para estudar hoodoo. Lá, ganhou a confiança dos sacerdotes hoodoo através da realização dos seus rituais, incluindo a captura de um gato e fervê-lo vivo. Os padres apresentaram-na a uma zombie que, em vida, se chamava Felicia Felix-Mentor. Disseram-lhe que a tinham levantado da sepultura.

A visão era horrível. "O seu rosto era vazio e os seus olhos mortos", afirmou Hurston. A visão desses destroços era demais para resistir por muito tempo.

7- Dois Neurocientistas Escreveram um Livro Sobre Como o Estado Zombie Afeta o Cérebro


Bradley Voytek e Timothy Vestynen colaboraram num livro sobre como transformar-se num zumbi afetaria o cérebro. Concluíram que os murmúrios dos zombies indicam danos a uma parte do cérebro chamada de giro frontal interior. Os zombies sofrem danos cerebrais que os torna incapazes de falar articuladamente e isso torna impossível que eles compreendam a linguagem que é falada.

O seu movimento, entretanto, indica danos aos tecidos dos gânglios da base. Acreditam que os zombies têm o mesmo tipo de dano que uma pessoa que sofra da doença de Parkinson.

6- Dr. Schlozman Acha Que os Zombies Seriam Como Crocodilos


Harvard tem a sua própria opinião sobre o assunto. O seu professor assistente de psiquiatria, o Dr. Steven Schlozman, tem conduzido pesquisas sobre a neurociência zombie e tem as suas teorias.

Concorda com Voytek e Vestynen, de que sofrem danos no lobo frontal, mas afirma que já temos um modelo para os zombies: os crocodilos. Os zombies seriam conduzidos inteiramente pela amígdala, tornando-os vencidos pelas emoções básicas, como a raiva. Isso, aliás, é quase exatamente como funciona o cérebro de um crocodilo, então um zombie comportar-se-ia como eles.

Ainda haveria uma diferença, os zombies têm um mau funcionamento do hipotálamo ventromedial, que é a parte do cérebro que nos diz quando estamos cheios. Então, um zombie é como um crocodilo que está condenado a sofrer eternamente as dores impetuosas da fome.

5- O CDC Tem Um Plano de Emergência Zombie


O CDC incentiva a família a manter um kit de emergência com suprimentos essenciais prontos em todos os momentos, no caso das hordas de zombis fazerem o seu caminho para a sua porta. Se o fizer, a sua família deve ter um local de reunião preparado e um plano de evacuação pronto para que possam escapar e encontrar-se uns aos outros novamente.

Podem não ser as melhores pessoas para ouvir, no entanto. A sua própria resposta planeada a um surto de zombies inclui "consultas, testes de laboratório e análise, gestão e cuidados aos pacientes." Eles tentariam levar os zombies ao edifício CDC e tentar falar com eles, o que, qualquer pessoa que tenha visto um filme de zombies, sabe que é certo que irá terminar em desastre.
 

4- O Pentágono Tem um Plano Para Parar o Apocalipse Zombie


Um documento do Pentágono chamado "Conplan 8888" foi criado como um experimento de treino de pensamentos e afirma que "não foi concebido como uma piada". Descreve a resposta planeada do governo para uma invasão de zombies. O seu plano é mobilizar forças contra eles e tratá-los como inimigos irracionais; depois de prometerem à Rússia que este não é um truque planeado contra eles, é.

As suas projeções são bem sombrias, no entanto. O documento adverte que têm "forças de combate do solo capazes de repelir um ataque zombie" e que as forças aéreas serão magoadas depois de uma semana, quando prevêem que os centros de comando serão invadida pelos exércitos dos mortos.

3- Prof. Smith Tem um Modelo Matemático Para Sobreviver aos Zombies


Robert J. Smith, professor de matemática na Universidade de Ottawa, desenvolveu um modelo matemático para sobreviver a um apocalipse zombie. Argumenta que uma pandemia zombie seria verdadeiramente apocalíptica, concluindo que, "um surto de zombies é suscetível de levar ao colapso da civilização." Em 3 dias uma cidade de 500.000 habitantes, teria mais zombies do que pessoas.

Analisou várias possíveis soluções para superar o apocalipse. Uma quarentena de zombies só iria atrasar a nossa condenação. Desenvolver uma cura poderia funcionar, mas a maior parte da humanidade seria exterminada antes de podermos ser salvos. A única esperança de sobrevivência seria começar a matar o maior número de zombies possível e o mais rápido possível. "A maneira mais eficaz de conter a ascensão dos mortos-vivos seria lutar incansavelmente".

O seu trabalho foi financiado por 3 subsídios governamentais separados.

2- Prof. Chodorow Quer Melhorar a Lei Fiscal Devido aos Zombies


Adam Chodorow, da Universidade do Arizona, escreveu um artigo chamado "Morte e Impostos e Zombies" onde acusa o IRS de estar lamentavelmente despreparado para a probabilidade de um apocalipse zombie.

As políticas fiscais sobre o rendimento não gerado, por exemplo, contêm grandes lacunas que poderiam ser exploradas pelos mortos-vivos. Chodorow explica que um zombie ao estilo haitiano poderia facilmente ser colocado para trabalhar por um sacerdote voodoo como estratégia para evitar impostos que as políticas atuais são perturbadoramente incapazes de superar.

O problema central é a definição de "morte". Não está claro, a partir dos documentos atuais, se um zombie seria classificado como "morto", configurando problemas com tudo, desde a herança até ao imposto de rendimento. Pela definição atual, Chodorow acredita que a zombificação deveria ser legalmente classificada como uma simples "mudança de personalidade".

O mais perturbador de tudo, para Chodorow, é a possibilidade de uma cura zombie. Se alguém conseguisse curar os mortos-vivos, eles receberiam grandes benefícios fiscais pelo seu estatuto de temporariamente morto e, verdadeiramente, o único horror pior do que ter o seu cérebro comido por um monstro é descobrir que ele estaria a explorar uma brecha fiscal.

1- O IRS Está Preparado Para Tributar o Pós-Apocalipse


Só porque Chodorow não está feliz com os detalhes não significa que o IRS não tenha um plano. No caso de um apocalipse, os manuais do IRS afirmam: "As operações concentrar-se-ão na cobrança dos impostos que produzirão o maior rendimento das receitas." Eles planeiam perdoar algumas contas inadimplentes, pois acreditam que essas serão as "mais adversamente afetadas", o que parece ser uma maneira educada de dizer que os pobres vão morrer primeiro.

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