quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Se um Cão Presenciasse a Morte do Seu Dono, o Que Faria?


No dia 6 de dezembro de 2010, um marinheiro norte-americano de 20 anos, chamado Colton Rusk, de Orange Grove, Texas, foi baleado por um atirador furtivo talibã no Afeganistão. Rusk era o controlador de Eli, um labrador negro especializado em deteção de bombas. Eli não era tecnicamente o animal de estimação de Rusk. Era um cão de trabalho militar, criado e treinado pelos militares para ir à guerra. Aqui estão Rusk e Eli, provavelmente como o Corpo de Fuzileiros Navais pretendia que fossem mostrados ao mundo:



Mas é claro, entre homem e cão, pode ser difícil manter as coisas estritamente profissionais. Rusk escreveu à sua mãe e contou que compartilhava tudo com Eli, incluindo o espaço para dormir e insistia que ambos comessem o mesmo alimento (o que, dado o que alguns veteranos de Quora afirmaram sobre os alimentos numa zona de combate, podem ou não ter sido melhores para Eli do que para Colton). Estas não são imagens oficiais do Corpo de Fuzileiros Navais, mas são a prova conclusiva de que Eli é um bom cão, um grande cão!

Quando Rusk foi atingido, Eli saltou e correu até ele, cobrindo todo o seu corpo. Na verdade, era tão ferozmente leal que só com dificuldade os outros fuzileiros conseguiram afastá-lo para poderem evacuar o moribundo; Eli, na sua raiva histérica, quase mordeu um dos socorristas. Rusk morreu no helicóptero.


Há uma segunda parte desta história. Pouco depois da morte de Rusk, o treinador que tinha trabalhado com Eli perguntou à família Rusk se queriam adotar o cão que estava disposto a matar para proteger o seu filho. Com o apoio público considerável, Eli tornou-se oficialmente parte da família de luto. Eli parece ter tido um grande apego aos 2 irmãos de Colton e, como a sua mãe Kathy afirmou: "Eli nunca substituirá o amor que tínhamos por Colton. Mas sentimos o amor de Colton por Eli."

Sem comentários:

Enviar um comentário