sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

10 Horripilantes Torturas Usadas Na Roma Antiga

Na Roma antiga, a regra geral era que os escravos podiam ser livremente torturados. Na verdade, era altamente recomendado que qualquer homem livre que fosse acusado de um crime, poderia decidir que os seus escravos seriam torturados no seu lugar; muitas vezes até à morte, de modo a poder ser alcançado um veredito. Isso não impediu a elite de Roma de torturar os homens e as mulheres livres do seu país, apesar de tudo. Havia sempre lacunas nas leis da Roma antiga e os governantes da elite exploravam cada uma delas.

10- Ser Costurado Dentro de um Burro


Se procura formas cruéis e incomuns de tortura, não tem que procurar mais longe do que na Roma antiga. Falemos, por exemplo, de uma tortura que foi descrita por Apuleio (O Asno de Ouro) e Luciano (Lucius, ou Ass):

Um burro seria morto, a sua barriga aberta e as vísceras removidas. O acusado seria despojado das suas roupas e enfiado dentro da barriga do animal. O ventre seria costurado, deixando apenas a cabeça do acusado de fora, impedindo a sufocação, mas prolongando o sofrimento.
 
O corpo do burro era mantido ao sol. Iria começar a decompor-com a vítima lá dentro a ser cozida pelo calor. Larvas rastejariam por todo o acusado e os abutres picariam a carne decadente do animal. A morte seria lenta para a vítima dessa tortura.

9- O Alimento de Porcos Selvagens


São Gregório descreveu uma tortura hedionda que foi executada em mulheres jovens pelo povo de Heliópolis, enquanto estava sob o domínio romano:

Qualquer virgem que fosse passar por essa tortura, primeiro era dada aos gladiadores. Depois da jovem já não ser virgem, seria publicamente despojada e o seu ventre seria aberto, derramando as suas entranhas para fora. Punhados de cevada seriam recheados dentro dela e ela seria cosida de novo, para ser dada a porcos selvagens. Então, seria dilacerada.

8- Ser Cortado


Na Roma antiga, quanto maior o seu estatuto, mais pessoas eram autorizados a não sofrer consequências. Por exemplo, o imperador conseguiria isso com quem quisesse. Um general poderia fazer algo com um tenente ou com um cidadão comum e os soldados poderiam ir atrás dos cidadãos comuns.

Escalar a escada social era proibido. Se um cidadão comum decidisse ir contra um soldado relutante, a punição seria a castração pública. Se o soldado permitisse voluntariamente que o cidadão comum fosse contra ele, seria publicamente estripado.

7- Ser Amarrado


Tibério foi um dos mais temidos e odiados imperadores da história romana e por boas razões. Estava quase sempre de mau humor e gostava de inventar torturas excruciantes.

O pénis da vítima foi muitas vezes o alvo da sua crueldade e era conhecido por convidar os seus inimigos para beberem vinho com ele. À medida que as suas vítimas se enchiam de bebida, ele faria com que amarrassem os membros das vítimas, para que não pudessem urinar. A partir daí, as torturas reais começavam e as vítimas eram incapazes de esvaziar a bexiga.

6- A Tortura do Senador


O imperador Calígula era tão cruel quanto o velho Tiberius. A dada altura, houve um lugar de senador para preencher. O senador sobreviveu e Calígula ordenou que os seus olhos fossem removidos. Depois disso, pinças quentes foram usadas ​​para retirar seus órgãos internos. Para aumentar a degradação, o senador foi cortado ao meio e rasgado em pedaços.

Segundo a crença romana, a morte não era um castigo, mas uma libertação. A tortura era a punição e a morte só era permitida depois de uma certa dose de dor e terror ter sido sentida.

5- Ser Pregado em Barris


Algumas pessoas foram destinadas a sofrer mais do que outras antes da doce libertação da morte. Sob o imperador Domiciano, os cristãos foram torturados das formas mais horríveis.

Uma das mais repugnantes torturas realizadas envolvia manchar um cristão em mel e leite. A vítima era então pregada num barril e alimentada à força por parasitas. Os parasitas eram servidos no interior da vítima, cujo corpo começava a apodrecer dentro do barril. Após cerca de duas semanas dessa tortura, a vítima finalmente morreria e tornar-se-ia um mártir da religião cristã.

4- Ser Enterrado Vivo


O Imperador Nero tinha prazer em ver as pessoas serem enterradas vivas. Quase que exclusivamente guardava esse castigo para as virgens que quebravam os seus votos de castidade. Num relato, Nero forçou-se contra a sacerdotisa Rubria. Para seu castigo, ela foi enterrada dentro de uma pequena caverna e deixada a morrer de fome.

Outra tortura apoiada por Nero envolvia que o acusado cavasse a sua própria sepultura. Depois da sepultura estar cavada, uma estaca seria ajustada dentro dela. O acusado seria então preso e empurrado para o túmulo. Se o seu crime fosse menor, seria empurrado para que a estaca perfurasse o seu coração. Qualquer pessoa condenada por um crime hediondo seria empurrada para que a estaca o ferisse mortalmente. Seria então deixado para morrer em dor excruciante ou seria enterrado vivo.

3- Ser Comido Pelo Meio


Os carrascos costumavam usar os animais para executar a sua barbárie, como foi o caso com a tortura do caldeirão. Para essa crueldade particular, um animal faminto, como um rato, um cão ou um gato, seria colocado dentro de um pequeno caldeirão. A abertura do caldeirão seria presa à barriga do acusado.

O carrasco segurava uma chama na parte de trás do caldeirão, tornando o interior extremamente quente. O animal entraria em pânico e tentaria fugir. O único "terreno" seria  tentar cavar o caminho através da barriga do acusado.

2- A Cesta de Abelhas


Uma forma bizarra de tortura envolvia colocar uma pessoa numa cesta e subir a cesta para cima até uma árvore que contivesse uma colmeia grande e ativa. As abelhas rapidamente se irritariam e a pessoa que estivesse dentro do cesto seria picada até á morte.

O acusado era suposto sofrer em agonia durante o maior tempo possível. No entanto, houve casos em que a vítima dessa tortura morreu relativamente rapidamente devido a ser alérgico ás picadas de abelha.

1- A Crucificação


Os antigos romanos adoravam a crucificação. Era o método primário usado para torturar e matar inúmeros escravos.

A crucificação nem sempre envolvia pregar o acusado a uma cruz. Às vezes, o acusado era despojado, a sua cabeça seria coberta e seria amarrado a uma cruz ou a uma forquilha. Seria então açoitado; por vezes até à morte.

Se o acusado não fosse suposto morrer por flagelação contínua, o seguinte curso de ação envolveria pregar as suas mãos ao feixe da cruz. Em seguida, seria erguido num posto plantado e os seus pés seriam cravados ao poste. Poderia ser deixado lá para morrer uma morte lenta ou as suas coxas poderiam ser partidas para ajudar a acelerar o seu fim.

Em alguns casos, o acusado poderia ser pendurado de cabeça para baixo no poste. Outras vezes, o carrasco conduziria o poste pelas partes privadas do acusado. Os métodos utilizados diferiam de carrasco para carrasco, não existindo um único método de crucificação para todos.

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