segunda-feira, 18 de setembro de 2017

10 Fatos Verdadeiramente Repugnantes Sobre a Vida na China Antiga

Quando aprendemos sobre a história antiga, geralmente ouvimos falar dos reis e rainhas que viveram vidas de luxo em palácios dourados. O resto geralmente não é contado.

Para os pobres, a vida era um pouco diferente. Na China antiga, a vida quotidiana de uma pessoa média significava viver numa fazenda, comer refeições baratas e lutar para sobreviver. A vida era suja, dura e curta - e muitas vezes realmente nojenta.

10- Comiam Ovos Embebidos na Urina de um Menino


A antiga medicina chinesa era avançada. Os estudiosos chineses tinham ideias que não chegariam ao Ocidente até milhares de anos depois. Mas nas formas brutas e antigas que os chineses antigos usavam, esses tratamentos eram um pouco diferentes e um pouco menos apetitosos. Como, por exemplo, o antigo prato chinês Tongzi Dan - ou, mais especificamente, ovos embebidos na urina de um menino.

A receita exige algumas dúzias de ovos e uma panela cheia até com a urina de meninos pré-púberes. Para melhores resultados, a urina deve vir de meninos com até 10 anos de idade.

Tongzi Dan tem sido um alimento básico por tanto tempo que, em Dongyang, é registado como parte da sua herança cultural. Acredita-se que começaram a comê-los durante um período de pobreza, quando os pobres precisavam desesperadamente de uma maneira de manter os ovos bons. Na maioria das partes da China, lidaram com esse problema ao ferver os ovos no chá, mas as pessoas de Dongyang decidiram fazer as coisas de forma um pouco diferente.

Hoje, é considerada uma parte da medicina chinesa. Algumas pessoas em Dongyang ainda comem essas coisas e os vendedores colocam baldes nas escolas primárias para coletarem a urina das crianças. Mesmo hoje, os médicos chineses afirmam que comer ovos embebidos em urina faz maravilhas para manter o seu corpo saudável.

O que pode ser verdade, mas vamos arriscar passar sem isso.

9- Os Preliminares Começavam Com os Pés Mutilados de Uma Mulher


As mulheres chinesas, fossem ricas ou pobres, eram encorajadas a amarrar os pés tão fortemente quanto era humanamente possível. O objetivo era manter os seus pés com menos de 4 centímetros de comprimento, o que os deixava quase esmagados, e deram-lhe o nome de "pé de lótus." Não era apenas algo que algumas pessoas faziam. No auge, quase todas as mulheres da classe alta e 50% da classe baixa faziam isso aos seus pés.

A parte realmente estranha, porém, é como os homens se sentiam sobre isso. Para os antigos chineses, esses pés de lótus deformados eram as coisas mais sexy da terra. Os preliminares, na China antiga, deveriam começar com um homem a acariciar o pé partido da sua parceira. Durante a Dinastia Qing, lançaram um manual de sexo com 48 maneiras diferentes de acariciar um pé mutilado.

Os pés de lótus não eram apenas sexy. Eram a parte mais sexy do corpo de uma mulher. Nos primeiros livros de sexo chineses, as mulheres descaradamente exibiam cada parte do seu corpo, à exceção dos seus pés. Brincavam com as suas ligaduras como se fossem revelá-los, mas nunca os exporiam. Os genitais podiam mostrar, mas um pé de lótus nu era considerado tão erótico que era impróprio.

Horrivelmente, a prática parece estar a ressurgir na China moderna.

8- A Batalha Diária Contra o Próprio Fedor


O cheiro era importante na China antiga. Acreditava-se que o odor corporal era um sinal de barbarismo e, dessa forma, os ricos fariam grandes esforços para impedi-lo. As mulheres andavam com sacos aromáticos presos às cinturas. Quando um homem estava na presença do imperador, era obrigado a sugar os dentes para combater o mau hálito. Naqueles tempos, uma grande parte do salário de um nobre chinês foi para a higiene, a que chamaram um "subsídio para roupas e lavagem de cabelo."

Para os pobres, porém, os truques simplesmente não estavam disponíveis. E assim, recorreram a algumas opções mais desesperadas. Um médico chinês antigo, por exemplo, recomendou que, pelo menos 1 vez por ano, cada pessoa deveria lavar as suas axilas com urina.

Na parte norte da China, no entanto, as pessoas ficavam durante todo o inverno sem tomar banho, temendo que tocar a água no frio fizesse mal. Os taoístas mal se banhavam, pois acreditavam que o banho banhava doenças e, assim, enquanto os coreanos se banhavam 2 vezes por dia, ficavam o mais longe possível do sabão e da água, porque não queriam ser imundos.

7- As Pessoas Comiam os Próprios Piolhos


Quando uma parte maciça do seu país tem medo de se banhar, isso causa alguns problemas. E, portanto, não surpreende que a antiga China estivesse infestada de piolhos.

Os piolhos eram tão difundidos que os primeiros médicos chineses os usavam para fazer diagnósticos. Se os piolhos estivessem a rastejar por todo o corpo do paciente, segundo um documento médico chinês antigo afirma, a pessoa iria sobreviver. Se os piolhos estivessem a arrastar-se do corpo, a pessoa morreria.

Os pobres estavam tão acostumados a estar cobertos de piolhos que muitos os arrancavam compulsivamente dos cabelos e os comiam. Isso aconteceu tanto que tinham remédios para ajudar as pessoas que comiam demais os seus próprios piolhos. Seriam alimentados com cinzas e água fervida de pentes velhos, pois os médicos acreditavam que, dessa forma, na próxima vez que o paciente defecasse os piolhos iriam sair do seu corpo.

6- Os Homens Castravam-se a si Próprios


Ser pobre no mundo antigo era duro. Se conseguisse um emprego no palácio, um camponês chinês cortaria de bom grado o seu próprio pénis.

Os Eunucos, na China antiga, foram autorizados a trabalhar como servos do imperador. Para uma pessoa pobre, era a melhor coisa da vida. Muitos pais castrariam os seus filhos no nascimento, mas se não o fizessem, eles próprios o fá-lo-iam em adultos.

A auto-castração atingiu o seu pico durante a Dinastia Ming. A dada altura, havia 100.000 eunucos a trabalhar em todo o país. Tantas pessoas se castraram que o governo teve de perseguir homens castrados e famintos de trabalho para longe do palácio.

Eventualmente, criaram um processo de candidatura. Por 200 moedas de cobre, poderiam ter o seu nome numa lista de candidatos eunucos. 250 pessoas dessa lista conseguiriam trabalhar para o imperador, mas isso entre milhares de candidatos. A maioria dos homens não iria conseguir o emprego. Acabariam por implorar nas ruas e passariam o resto das suas vidas a saber que se castraram por nada.

5- Defecavam Para Dentro dos Currais


Certamente não se pode acusar os agricultores chineses antigos de desperdiçarem o que quer que fosse, sendo que até das próprias fezes fizeram uso.

Alguns fazendeiros, na China antiga, aliviavam-se num tipo especial de dependência construída sobre um porco. Defecavam para dentro do curral dos porcos, o que viria a ser mau para o porco que comesse.

Por volta de 1000, os chineses usavam casas de banho públicas ao invés disso e isso levou a um mercado totalmente novo. Os camponeses viajariam para a cidade para recolher os tesouros das casas de banho públicas e trazê-los de volta como um fertilizante barato.

4- Foram Pioneiros em Usos Medicinais de Urina Humana


A medicina chinesa fez algumas descobertas incríveis. Inventaram, por exemplo, a endocrinologia no ano 200 a.C., uma ciência que o Ocidente não desenvolveu até ao século XX. Isso foi uma realização, mas também foi nojento.

A endocrinologia envolve a separação de hormónios de secreções humanas. Quando estavam a escolher as secreções humanas, os chineses escolheram a urina. Iriam reunir 150 galões de urina masculina numa panela grande e fervê-la até que evaporasse. Um hormónio cristalizado, a que chamaram "mineral de outono" seria deixado para trás. Era apenas urina cristalizada.

Não podiam exatamente injetar hormónios, então tomariam a urina cristalizada comendo-a; e comeram muito mesmo. "Por cada dose", instruíam os médicos, "devem tomar-se 5 a 7 pílulas com vinho quente ou sopa antes do pequeno-almoço."

3- ... E em Usos Medicinais de Fezes Humanas


Não pararam os seus avaços com a urina. No quarto século a.C., haviam desenvolvido transplantes de fezes, outra ideia médica que o Ocidente não descobriu até ao século XX. A maneira chinesa antiga de fazê-lo, porém, era tudo menos apetitosa.

Os médicos chineses juntariam algo a que chamariam "sopa amarela", que era água misturada com um tamborete fermentado de uma pessoa saudável. Dariam aos pacientes que tinham diarreia e ordenariam que bebesse até à última gota as fezes líquidas.

Mais uma vez, isso funcionou bem. As bactérias saudáveis ​​nas fezes livrar-se-iam das bactérias más no corpo do paciente. O mesmo conceito é usado hoje para tratar C. diff, uma doença mortal, mas na China antiga, foi apenas listado como um remédio para a diarreia. Os chineses tinham uma maneira de tratar a diarreia que funcionava, mas era extremamente nojenta.

2- As Crianças Comiam as Cicatrizes da Varíola


A China também inventou a primeira vacina contra a varíola. Até ao ano de 1548, escreveram guias sobre uma das primeiras vacinas da história. Mesmo antes de ser escrito, porém, as pessoas tinham ouvido falar da vacina e achavam que poderiam fazê-la sozinhas.

Os pais que haviam ouvido falar dessa nova vacina contra a varíola alimentavam os seus filhos com as crostas que haviam caído da pele de pacientes com varíola. Tinham ouvido que expor-se à varíola poderia mantê-lo saudável e, sem saberem os detalhes, começaram a fazer isso.

Alimentar as crianças com as crostas só piorava as coisas, mas o tratamento real não era muito melhor. Ao invés disso, os médicos esmagariam essas crostas em pó e colocariam nos narizes das pessoas.

1- Enojaram o Mundo ao Inventar o Papel Higiénico


Em algum lugar em torno do ano 600, os chineses inventaram o papel higiénico. É um produto que ainda usamos hoje, mas pensamos que é normal porque estamos acostumados. Quando o papel higiénico surgiu, foi considerado a coisa mais repugnante desta lista.

Os chineses foram os primeiros a usá-lo. Um registo de 1393 afirma que a corte imperial gastou 720.000 folhas num único ano. As sobras usadas foram reunidas num monte tão maciço que as pessoas chamaram-lhe "Montanha Elefante".

É difícil afirmar quando foi inventado porque os chineses não gostavam de falar sobre isso. A referência mais antiga que temos é uma nota de um homem que menciona um "papel sobre o qual há citações ou comentários". O que significa que seja a primeira menção do papel higiénico.

Um viajante árabe que visitou a China viu-os usá-lo em primeira mão. Escreveu sobre isso com desgosto, afirmando: "Não têm cuidado com a limpeza e não se lavam com água quando fazem as suas necessidades; apenas se esfregam com papel." Para os outros países do mundo antigo, usar papel higiénico era o ato mais repugnante de todos. 

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