terça-feira, 19 de setembro de 2017

10 Reivindicações Absurdas Sobre a Linhagem de Jesus Cristo

Seja qual for a sua opinião sobre a história de Jesus, o fato de que essa pessoa existiu no momento reivindicado é provavelmente verdadeiro. Quem realmente era e se era divino ou não, no entanto, é um ponto de discussão.

Durante algum tempo, houve especulações de que Jesus era de fato casado e, além disso, tinha filhos. Como se isso não bastasse, afirmou-se que a sua linhagem teria sobrevivido até hoje. Os romances de Dan Brown, como O Código da Vinci, falaram sobre essas teorias estranhas, onde uma riqueza de provas especulativas (na melhor das hipóteses) foi oferecida para provar essas ideias.

10- Jesus Sobreviveu à Crucificação


Talvez a afirmação mais ultrajante seja que Jesus sobreviveu à crucificação. Claro, se houvesse alguma verdade nisso, seria uma adaga no coração das religiões de todo o mundo. 

O principal ponto desta teoria é que Jesus foi de alguma forma sedado durante a crucificação para fazê-lo "parecer morto", antes de ser removido para o túmulo, onde o corpo dele ficaria deitado. É claro que, quando o corpo dele foi dado como desaparecido, foi percebido (e explicado) como um ato divino - de que Ele havia ressurgido. Aqueles que se inscrevem nas teorias de linhagem de Jesus afirmam que não era um ato divino, mas sim astúcia e arte de enganar.

Na verdade, quando refletimos sobre o ponto seguinte da nossa lista, é fácil ver porque razão essas teorias começam a surgir.

9- A Influência de José de Arimatéia 


Acredita-se que José de Arimatéia tenha tido uma imensa influência nas figuras de alto escalão nos conselhos do Império Romano (e líderes religiosos da época), não menos importante que Pôncio Pilatos. 

Afirma-se em alguns cantos que um acordo foi organizado, onde Jesus - um espinho nos lados coletivos dos romanos e dos líderes religiosos - desapareceria e ficaria fora do cabelo coletivo dos romanos. No entanto, teria permissão para viver e desocupar secretamente o país para algum lugar distante. 

O local da crucificação em si teria ocorrido na terra de José de Arimatéia (essencialmente no seu jardim) e, além disso, as multidões viram a crucificação apenas a uma certa distância. Em suma, nenhum dos espetadores realmente poderia saber com certeza se Jesus havia morrido.

8- Foi Para a Gália Francesa


Os defensores desta teoria afirmam que uma grande comunidade judaica existia na Gália francesa durante a vida de Jesus. Então, dado que a maioria dos escritos afirmou que ele era judeu, seria sensato que, se estivesse a fugir de uma morte certa, escolheria um lugar como esse. Deve-se notar que muitos historiadores convencionais refutam essa noção. 

O que talvez seja mais interessante é que a Gália Francesa também foi um dos maiores epicentros romanos fora da própria Roma. Na verdade, Pôncio Pilato, o homem que condenou Jesus à morte (ou fez um acordo pela Sua vida, se considerarmos o ponto acima), também tinha uma residência lá. Se Pilatos estivesse envolvido em algum tipo de acordo, teria uma certa sensação de que poderia fornecer algum tipo de passagem segura para a área, o que também poderia ter-lhe dado a oportunidade de manter Jesus vigiado e garantir que nada se saberia.

Certamente, não é muito lógico pensar que Jesus pode ter feito o seu caminho para lá mas, como veremos no ponto seguinte, várias lendas proeminentes dos tempos sugerem que foi exatamente o que Ele fez.

7- Outras Lendas do Sul de França


Existem muitas lendas de Jesus no sul de França. Além disso, como exploraremos mais detalhadamente em breve, Ele não estava sozinho.

Um texto específico, que se pensa ter sido escrito em torno de 720, fala da construção de um túmulo subterrâneo para Jesus. Se era simbólico ou uma referência a um túmulo real para os restos de uma pessoa real (ou pessoas) não se sabe. Escusado será dizer que não é aceite como prova de que as teorias de Jesus ter ido para França estão corretas. 

Uma das lendas mais interessantes dessa região de França são as de Desposyni (um nome que pode ser traduzido para "do Senhor"), que afirmou ser descendente direto de Jesus. Atendendo às reivindicações constantemente feitas à Igreja para remover versos vitais e escondê-los do escrutínio público, não é muito difícil pensar que há quase 2.000 anos, a Igreja poderia ter tido um grupo caçado e assassinado.

6- Os Merovíngios


Talvez uma das teorias de linhagem mais controversas seja a dos merovíngios e, embora seja algo em que muitas pessoas acreditam, pertence aos círculos de conspiração e a nenhum outro lugar, mas vale a pena explorar os seus conceitos básicos. 

O principal ponto desta teoria é que Jesus, descendente do rei Davi, gerou 2 filhos com a sua esposa. Esses 2 filhos, de acordo com as teorias apresentadas, casaram-se com os merovíngios, uma linhagem francesa real. 

Os próprios merovíndios não são estranhos à controvérsia, tendo sido ligados por vários escritores de conspiração a coisas como os extraterrestres reptilianos, os Illuminati e a nova ordem mundial. Talvez não seja nenhuma surpresa vê-los misturados em conspirações sobre a linhagem de Jesus Cristo também. 

5- Os Evangelhos Gnósticos e Maria Madalena


Quando os Pergaminhos do Mar Morto foram descobertos no final da década de 1940, os Evangelhos Gnósticos foram encontrados. Eram versos e livros deixados fora do Novo Testamento e talvez seja fácil perceber porquê. 

Muitos deles ofereceram uma visão muito diferente de Jesus Cristo do que o mundo conhecia há mais de 2.000 anos. Talvez o mais notável tenha sido a sugestão de que Jesus foi casado com Maria Madalena, uma mulher reverenciada e temida (pelo menos em alguns casos) por estudiosos e historiadores religiosos. 

Além disso, acrescenta às afirmações de que Maria e/ou Jesus chegaram ao sul de França. Se Maria estava sozinha ou com Jesus está aberto a debate. 

4- Reclamações Por Jesus Ensinar Nos Templos


Se as antigas escrituras e escritos que indicam que Jesus ensinou nos templos forem verdadeiras, então as leis naqueles tempos não só declararam que teria que ter casado, mas que também teria que ter gerado filhos.

Esse ponto, para alguns, é uma espécie de "arma fumegante" - um detalhe esquecido que estabelece as afirmações de que Jesus era apenas um homem mortal e com uma família. 

Como podemos imaginar, há muito debate sobre essa afirmação, se Jesus ensinou nos templos e em que estágio da Sua vida o fez. 

3- A Conspiração de Berringer Sauniere


Possivelmente, uma das histórias mais estranhas, mas intrigantes, em torno da linhagem de Cristo, é a de Berringer Sauniere, um padre da aldeia humilde e pobre que residia no sul de França e que, aparentemente do nada, ficou rico durante a noite no final da década de 1890. 

Existem algumas afirmações de que Sauniere descobriu a prova de que Jesus sobreviveu à crucificação, se casou e fugiu para França - essencialmente, que toda a Igreja se baseou numa mentira monumental. Não há evidências concretas quanto ao que poderia ter encontrado, mas as principais sugestões são de que encontrou o túmulo familiar de Jesus, Maria e os seus 2 filhos. Afirma-se que Sauniere provavelmente chantageou o Vaticano com a descoberta e, em troca, recebeu "investimento" para a sua igreja humilde, que de fato sofreu uma grande reforma. 

A própria igreja, na agora infame vila de Rennes-le-Chateau, é visitada por muitos caçadores de tesouros, bem como por "procuradores da verdade" que procuram provas das suas teorias e reivindicações, assim como as áreas circundantes. Coincidentemente ou não, Sauniere encontraria uma morte súbita, envolta em mistério e segredo. 

2- A Arte do Altar da Igreja de Sauniere


Na igreja de Sauniere, uma seção de obras de arte no altar que mostra a 14ª Estação da Cruz parece dar mais pistas aos segredos que algumas pessoas acreditam que descobriu.

Alguns pesquisadores acreditam que é uma importante "pista" para sugerir que Jesus não morreu na cruz como a história afirma. De acordo com a tradição judaica, é proibido ao povo judeu tocar os corpos dos mortos durante as horas noturnas. É sugerido por aqueles que se inscrevem nas teorias de linhagem de Jesus, que isso é evidência de que Jesus estava vivo quando o seu corpo foi transportado.

Além disso, o caçador de tesouros Pat Jokl (que passou mais de uma década a procurar a área) acredita que outra imagem no altar mostra Maria Madalena ajoelhada diante de uma caverna. No fundo é um marco que Jokl acredita que ele localizou, indicando que o túmulo de Jesus e Maria Madalena é provável estar numa das cavernas opostas a esse marco. No momento deste artigo, a sua procura até agora não foi bem sucedida.

1- A Linhagem Ainda Está Viva


Numa lista de reivindicações absurdas, talvez a de que a linhagem de Jesus ainda existe hoje seja a mais estranha. No entanto, muitos pesquisadores passaram anos a juntar as linhagens. Talvez 2 dos mais proeminentes sejam Laurence Gardner e Dan Sewell Ward, que acreditam, segundo as suas pesquisas, que 13 gerações de descendentes de Jesus existiram na Grã-Bretanha antes dos tempos do Rei Arthur. 

Consideram que os descendentes de Jesus provavelmente serão encontrados em toda a parte em oposição a apenas 1 ou 2 pessoas restantes. Hugh Montgomery afirma que ele mesmo é descendente de Jesus e que pode rastrear a sua família até aos "Reis de Deus" da Mesopotâmia, sendo essa uma grande reivindicação. 

A principal oferta de prova para isso é uma seção dos Evangelhos siríacos que fala não só de José e Maria serem mãe e pai de Jesus (e da divindade), mas também que Jesus e Maria Madalena tiveram um filho. O texto está danificado, mas é teorizado que teria falado de um segundo filho. A pesquisa continua.

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